quarta-feira, 15 de março de 2017

Jazz in Willisau







Cartazes de Niklaus Troxler, artista gráfico, professor e organizador do Festival de Jazz. Em alguns desenhos, a improvisação do jazz ganha um equivalente visual






cartaz de divulgação do concerto solo do pianista Cecil Taylor

sexta-feira, 10 de março de 2017

segunda-feira, 6 de março de 2017

Paul Rand


 UCLA

 Festival da Universidade de Yale


sábado, 4 de março de 2017

Tatiana Blass





Apito
Escultura
Técnica Apito e bronze fundido
Dimensões 6 x 27 x 6 cm
Data 2014
Edição 10

Em "Apito", Tatiana Blass materializa o ar que será assoprado na peça metálica. Este, ao contrário de sua imagem leve, é moldado em bronze, tornando-se um volume palpável e pesado. Peso que também confronta o movimento que imaginamos fazer para criar o ruído estridente do apito.

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terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Nicolas de Stael

 Xilogravuras de Staël para Poèmes, de René Char




terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

sábado, 4 de fevereiro de 2017

Guto Lacaz



benTV (bentivi)
Objeto
Técnica: Alumínio
Dimensões: 34 x 18 x 10 cm
Data: 2013
Edição: 15

A obra é uma casa de passarinhos realizada com um suporte de câmera de segurança. O artista cria um jogo entre as ideias de aprisionamento e seguridade, expresso também no próprio título da obra: benTV, bentevi.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Paulo Bruscky

 envelope com intervenções 

 cartão postal, 1977

 cartão postal

assembling magazine editada por Brsucky, formada pelo envio de cartões postais

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Robert Motherwell



à la Pintura, poema de Rafael Alberti
litogravuras de Robert Motherwell

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

Lourival Cuquinha




 

1/16 avos do Kapital

Relevo de parede
Painel de led com o texto de “O Capital”, moedas de 5 centavos e preço de mercado adesivo Dimensões ( A x L x P) 22 x 68 x 5 cm
Data 2015
Edição 16
 
1/16 avos do Kapital é um trabalho que está inserido na reflexão do artista sobre o dinheiro enquanto símbolo de controle político e social, bem como na discussão sobre a formação de valor da obra de arte. Nesta obra, o artista apresenta o célebre livro de Karl Marx em um painel de led, objeto de comunicação visual muito usado pelo comércio popular, apoiado em duas barras de moedas de 5 centavos. No entanto, o livro não é mostrado todo de uma só vez, ele é dividido em 16 partes, e cada uma delas exposta em umaedição diferente da obra. Além disso, a luz de cada edição é também realizada em diferentes cores.

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quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Nelson Leirner


Autor: Nelson Leirner, prêmio APCA de 1975. Técnica de reprodução: xerox.
Encomendado e recusado pela APCA.




Moacir dos Anjos - Nelson Leirner: O Engenheiro que perdeu seu tempo29/6/2002
Entrevista realizada por Moacir dos Anjos, Agnaldo Farias e Adolfo Montejo Navas, nos dias 29 e 30 de julho de 2002, na cidade do Rio de Janeiro.


[...]


AF - Deixe-me então falar de um outro prêmio que você recebeu. Em 1975, você foi escolhido, pela APCA [Associação Paulista dos Críticos de Arte], como melhor desenhista do ano. E cabia a você, como premiado, fazer um trabalho reproduzível que serviria de prêmio para todos os outros laureados. Você fez um trabalho em xerox, o que contrariou as expectativas dos dirigentes da APCA, que terminaram vetando o seu trabalho. Existiu ai também uma tentativa de burlar, de ferir expectativas?


NL - Nesse caso, não. Muitas vezes eu faço as coisas de forma proposital, mas em outras ocasiões a coisa é inconsciente ou fruto do acaso. Eu não achava que eles iam se negar a entregar aos outros laureados o prêmio que eu criei; não achava que eles iam me devolver o trabalho. Eu decidi fazer o trabalho em xerox, como poderia ter feito em offset, porque essa era a discussão do momento: a utilização dos então novos meios tecnológicos na arte contemporânea. Havia uma série de artistas - Julio Plaza, Regina Silveira, Carmela Gross, eu próprio - trabalhando dentro desse universo, que incluía o xerox, o Super 8, o vídeo. Hoje são tecnologias obsoletas, mas naquele momento não. Fiz um trabalho em xerox simplesmente por já estar trabalhando com essas técnicas. Interessava-me o meio em que eu ia fazer e mandar o trabalho. Não me interessava ser recusado. Ser recusado foi uma decorrência inesperada. Embora num outro contexto, surpresa semelhante aconteceu, por exemplo, em relação ao trabalho O Porco, ainda em 67. Eu simplesmente não podia saber, de antemão, se o júri iria aceitar ou recusar o trabalho, que foi enviado como qualquer outro para o Salão [de Arte Moderna de Brasília] com o desejo de ser aceito. Só vim a pensar em fazer a pergunta ao júri sobre os critérios de aceitação do trabalho depois que recebi a noticia da seleção. Foi aí que tive a idéia. Mas até enviar o trabalho, foi tudo muito normal. Preenchi a ficha de inscrição e mandei o trabalho querendo que fosse aceito. Não mandei para ser recusado. 

[...]

Entrevista completa em  http://www.nelsonleirner.com.br/