quinta-feira, 20 de abril de 2017

Alberto Manguel



A lo largo de los siglos, las cubiertas cambian, multiplican sus estilos, se vuelven más complejas o más discretas, más comerciales o más exclusivas. Siguen ciertos movimientos artísticos (las efusiones neogóticas de William Morris o los inventos tipográficos del Bauhaus), se pliegan a voluntades comerciales (la unificación de diseños de las colecciones de bolsillo o la identificación de ciertas maquetas con la seudoliteratura del best seller), adoptan y definen géneros literarios (las cubiertas de las novelas policiales o de ciencia-ficción de los años cincuenta). A veces los diseñadores de cubiertas quieren ser más literarios que los autores del texto, y es así como dan a luz cubiertas en las que no aparece el título del libro (la edición inglesa de Aqua de Eduardo Berti) o remplazan el título con el primer párrafo del libro (la edición canadiense de Si una noche de invierno... de Calvino) o el título y el nombre del autor aparecen impresos boca arriba (una edición alemana de Viaje al centro de la Tierra de Julio Verne). En tales casos, el lector siente que la cubierta ha incurrido en algo asó como una falta de lèse-majesté.

Para su lector, la cubierta de un libro tiene algo de documento de identidad, emblema y resumen del libro mismo, una imagen que define y tal vez hasta usurpa la autoridad del texto. No leemos el Quijote: leemos el Quijote con la cubierta que lleva un grabado de Gustave Doré, o el retrato de Cervantes, o la sobria tipografía de los Clásicos Castellanos, o el azul cuadriculado de la Colección Austral. Entre todos estos (y varios más) está mi Quijote: tiene cubiertas negras, letras blancas y un grabado de Roberto Páez. Ese es, para mí, el Quijote auténtico.

http://www.elpais.com/articulo/portada/Breve/historia/cubiertas/elpepuculbab/20110115elpbabpor_33/Tes

quarta-feira, 12 de abril de 2017

Clemente Padin


 Text X - 1968

  Text III - 1968
  Text IV - 1968
 Text VII - 1968

terça-feira, 4 de abril de 2017

Sérvulo Esmeraldo



Sem título Escultura Técnica Madeira natural com entalhe pintado Dimensões ( A x L x P) 19 x 8 x 7 cm Data 2013 Edição 10 O pequeno paralelepípedo de madeira é recortado geometricamente em uma das extremidades e pintado de preto. Esta operação de subtração do espaço faz do corte uma sombra e ao mesmo tempo um não-lugar, que se integra à solidez da madeira crua.

https://carbonogaleria.com.br/obra/sem-titulo-87

quarta-feira, 15 de março de 2017

Jazz in Willisau







Cartazes de Niklaus Troxler, artista gráfico, professor e organizador do Festival de Jazz. Em alguns desenhos, a improvisação do jazz ganha um equivalente visual






cartaz de divulgação do concerto solo do pianista Cecil Taylor

sexta-feira, 10 de março de 2017

segunda-feira, 6 de março de 2017

Paul Rand


 UCLA

 Festival da Universidade de Yale


sábado, 4 de março de 2017

Tatiana Blass





Apito
Escultura
Técnica Apito e bronze fundido
Dimensões 6 x 27 x 6 cm
Data 2014
Edição 10

Em "Apito", Tatiana Blass materializa o ar que será assoprado na peça metálica. Este, ao contrário de sua imagem leve, é moldado em bronze, tornando-se um volume palpável e pesado. Peso que também confronta o movimento que imaginamos fazer para criar o ruído estridente do apito.

https://carbonogaleria.com.br

terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Nicolas de Stael

 Xilogravuras de Staël para Poèmes, de René Char




terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

sábado, 4 de fevereiro de 2017

Guto Lacaz



benTV (bentivi)
Objeto
Técnica: Alumínio
Dimensões: 34 x 18 x 10 cm
Data: 2013
Edição: 15

A obra é uma casa de passarinhos realizada com um suporte de câmera de segurança. O artista cria um jogo entre as ideias de aprisionamento e seguridade, expresso também no próprio título da obra: benTV, bentevi.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Paulo Bruscky

 envelope com intervenções 

 cartão postal, 1977

 cartão postal

assembling magazine editada por Brsucky, formada pelo envio de cartões postais